Chega o natal, e cai a ficha de que o ano está, de fato, acabando.
Na maior parte das vezes, eu faço listinhas de objetivos para alcançar no próximo ano, mas foi diferente com 2011... Eu não fiz listinha alguma, pois não sabia, de fato, o que esperar deste ano...
Olhando pra trás eu vejo que, poxa vida! Aconteceu taaaaanta coisa nesse ano que eu nem acredito. E todas essas coisas, eu não esperava nenhuma delas.
Mudei meu rumo várias vezes, pessoas partiram, pessoas chegaram tão de repente e abalaram estruturas, aprendi mil coisas novas, decidi tantos outros detalhes, acendi algumas luzes e, acima de tudo, aprendi sobre mim mesma, me surpreendendo a cada dia com o que eu posso encontrar aqui, nos meus próprios pensamentos...
Agora o ano acabou, e... Nossa. Não cheguei a realizar nenhum grande feito, mas estou feliz com o saldo final de 2011... Simplesmente porque este ano me encheu de expectativas, me encheu de vontade de viver o agora, de ser mais intensa nas minhas coisas...
Com minhas auto descobertas e tudo o mais, resolvi que minha maior meta pra 2012 é perder o medo. É arriscar mais e deixar um pouco do meu excesso de cautela de lado. Assim como eu já havia dito em alguns posts atrás: quero simplificar. Talvez minha complexidade toda me faça muito mal e me faça perder muitas oportunidades legais...
Por fim, termino com uma frase que lí por aí, num compartilhamento de facebook da vida: não espere que o próximo ano seja melhor. Espere que você possa ser melhor no próximo ano.
E é isso :D
domingo, 25 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Motivos...
Nesses últimos tempos, estive pensando muito sobre o motivo das coisas.
Nunca fui uma pessoa que julga essencial buscar exatidão em tudo, principalmente quando os assuntos rondam as divagações da minha cabeça.
Mas dessa vez é diferente. Tem coisas que não tem motivo aparente para acontecer. Você vai lá, pesa, mede, calcula e percebe que não há alguma razão para você se sentir daquela forma, mas você está lá... Sentindo. Nem razões para pensar tudo aquilo, mas está lá... Pensando!
Naquele monte de coisas sem por que.
Você tenta encontrar defeito, tenta se censurar, tenta descartar tudo e viver normalmente como se nada estivesse acontecendo. Mas não dá. Cada vez que você olha pra dentro, percebe que não consegue se vencer.
Daí surge novamente aquele embate sobre o qual já comentei aqui. Eu contra eu mesma. Meu lado racional contra meu lado subjetivo.
Meu eu racional sabe dos pontos positivos, dos pontos negativos, das ponderações... Ele sabe de tudo. E sabe o que seria mais sensato... Mas meu lado subjetivo desobedece descaradamente.
É como uma mãe que aconselha o filho a não continuar, pois sabe que aquilo que está prestes a aprontar é errado e só servirá para cair e se machucar.
Mas como um filho teimoso, meu eu subjetivo tenta se desprender dos medos e pular do precipício... Só para ver onde é que ele vai parar e no que vai dar, enfim...
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Reflexões
Hoje acordei com uma sensação diferente.
Talvez tenha sido pelo fato de ter acordado assustada com um combo de pesadelo + trovoadas da chuva que estava caindo lá fora.
Mas isso não fez com que meu dia fosse ruim, ou até mesmo tenso.
Talvez o choque do susto duplo ao acordar tivesse dado mais claridade a algumas coisas que há tempos dançavam desconexas em minha mente.
Talvez este mesmo choque tenha feito com que algumas coisas se pusessem em seu devido lugar.
Não. Não é tão difícil.
A linha que divide o certo do errado é imaginária.
E relativa. ‘E relativa à que?’ – se me perguntarem: Ao que eu quiser.
Enfim... acho que meus pensamentos despertaram com o susto.
Como diria aquela música do Barão Vermelho: “Pra quem tem coragem de ouvir, amanheceu o pensamento, que vai mudar o mundo com seus moinhos de vento...”
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Sobre anseios, esperanças e tudo o mais que quero pra mim.
Anseios remetem à ansiedade, que logo já nos traz a imagem de algo ruim.
Mas quando digo que falarei sobre isso, quero dizer daqueles anseios bons... Aquelas borboletas no estômago... Aquela vontade, aquela inquietude, aquele medo... Aquilo tudo com ar de esperança, de criança que está prestes a conhecer o novo, de explorar o desconhecido.
Sempre fui bastante impulsiva... Para mim era “seja o que vier”, simplesmente agia, por tantas vezes sem pensar... Daí fica mais difícil lidar com as consequências...
Dá para pensar e preparar coisas melhores quando se tem planos. Principalmente quando se trata de uma pessoa tão inexata quanto eu, agir por impulso acaba transformando tudo em desordem, então é preciso refletir mais.
Tenho tentado seguir planos, passos um pouco mais organizados, para alcançar tudo o que quero pra mim.
Demora um pouco, sim. Leva mais tempo...
Mas qual é a premissa da pressa, aquela grande inimiga da perfeição?
Não digo que seja perfeição que eu esteja buscando. Não! Apenas a felicidade mesmo. Aquela felicidade que fica nas pequenas coisas. Tais detalhes que quando a gente está com pressa, a gente não vê.
Agora, se me pergunta: “O que é que você tanto diz que quer para si?”...
Novos dias, lugares legais, bom humor, pessoas indispensáveis, realizações profissionais, aprendizados, outros amores, diferentes ares, aromas e cores. Isso nem resume metade das minhas expectativas!
São tantas coisas... Tantos destes detalhes que falei.
A palavra de ordem agora é SIMPLIFICAR, para tentar deixar as coisas mais transparentes por aqui, pela minha cabeça. Talvez se ficar um pouco mais simples, (como eu sei que pode ficar) os medos poderão ser colocados de lado, e me dar mais espaço...
De complexidade, a minha própria já é suficiente.
Assinar:
Postagens (Atom)