Primeiro vem a defesa.
A competição, como sempre, é contra mim.
Um passo deste lado, e o outro lado recua, como que fugindo do que mais possa ser.
Parte dos peões se perdem na guarda pelas peças de maior valor.
E as peças se misturam, os riscos aumentam, os reinos se aproximam.
Então chego ao ponto em que a cada movimento, o outro lado ataca, deixando meu jogo em Xeque.
Mesmo se eu voltar. Mesmo se eu tentar me esconder atrás daquela outra peça...
Então, admito o inevitável: Xeque-Mate.