Eu me invento, e reinvento. Eu me digo, e contradigo.
Sou essa. Essa daí. Essa daqui. Essa eu.
E não me entendo. Não. Nunca entendi. Acho que a graça da vida é tentar se entender, tentar se encontrar. Não em algum lugar, nem em alguém, nem em algo. Mas em si. Encontrar em mim.
Tá, eu sou cheia de defeitos. Basta olhar no espelho. Basta olhar para dentro. Mas tenho qualidades também, que posso ver quando procuro nestes mesmos lugares.
Sou de tudo um pouco. Um yin-yang personificado. Parte boa, parte ruim.
Cansei de tentar saber de mim por detalhes. Sou feliz por ser assim, por estar aqui, eu comigo.Pois enfim, não sou nenhuma combinação de coisas exatas, explicáveis, tangíveis, visíveis. Sou uma pessoa como qualquer outra: carne, osso, coração.
O que vou escrever na próxima página?
Sou constante variável também. Mais do que tentar me entender, não consigo ver porque as pessoas não me deixam ser do jeito que sou. Maldita mania que eles tem de quererem consertar o que está fora do controle deles. A gente comanda o nosso mundo, pouco importa o deles.
ResponderExcluirMe identifico com isso também Dri. :)